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Atualizado: 8 minutos 16 segundos atrás

Governo decreta intervenção no Postalis

qua, 04/10/2017 - 10:41

A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) decretou hoje (4) intervenção no Instituto de Seguridade Social dos Correios e Telégrafos (Postalis), “por descumprimento de normas relacionadas à contabilização de reservas técnicas e aplicação de recursos”. A decisão foi publicada no Diário Oficial de hoje e tem prazo de 180 dias. Foi nomeado como interventor do fundo de pensão dos funcionários dos Correios Walter de Carvalho Parente, que já fez o mesmo trabalho no fundo de pensão Serpros.

Sem dar detalhes do que motivou a intervenção, a Previc, que é uma autarquia vinculada ao Ministério da Previdência Social e que fiscaliza as atividades das instituições de previdência complementar, informou que a ação se baseia no artigo 44 da Lei Complementar nº 109 de 2001, sobre este tema: “irregularidade ou insuficiência na constituição das reservas técnicas, provisões e fundos, ou na sua cobertura por ativos garantidores”; e “aplicação dos recursos das reservas técnicas, provisões e fundos de forma inadequada ou em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos competentes”.

O Postalis é investigado na CPI dos Fundos de Pensão e, em abril, o Tribunal de Contas da União (TCU) identificou prejuízo de mais de R$ 1 bilhão no fundo, decretando o bloqueio de bens de ex-diretores.

A reportagem da Agência Brasil entrou em contato e aguarda posicionamento do Postalis, dos Correios e da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (Fentect).

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COI detecta níveis excessivos de bactérias em sedes aquáticas de Tóquio 2020

qua, 04/10/2017 - 10:30

A organização dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 anunciou nesta quarta-feira (4) que detectou níveis excessivos de bactérias na sede que acolherá as provas de natação ao ar livre. Disse que tomará medidas para resolver o problema. A informação é da Agência EFE.

As amostras de água colhidas no mês passado no Odaiba Marine Park, na baía de Tóquio, onde serão disputadas as competições de natação ao ar livre e triatlo, mostram que os níveis de bactérias coliformes (entre elas a E.coli) superaram os padrões fixados pelas federações internacionais de ambos os esportes.

"Os níveis não são os adequados, então agora esperamos que as autoridades locais e a organização façam o possível para que as competições e a saúde dos atletas não sejam comprometidas", disse em entrevista o australiano John Coates, presidente da Comissão de Coordenação do COI para 2020.

A organização de Tóquio 2020 atribuiu o nível excessivo de bactérias às chuvas que ocorreram na área no mês passado - quando foi registrado o maior nível de precipitações em 40 anos -, condições que afetam o fluxo de águas residuais dentro da baía.

Os resultados mostram que os níveis das bactérias, considerados um indicador de contaminação da água, excediam os padrões estabelecidos pelas federações internacionais em mais da metade das amostras coletadas durante 21 dias.

"Consideraremos todas as medidas necessárias para que as provas se desenvolvam com normalidade", afirmou o diretor esportivo de Tóquio 2020 e ex-atleta olímpico Koji Murofushi. Ele explicou que está sendo estudada a instalação de painéis aquáticos para evitar a concentração de substâncias nocivas na baía.

A organização também destacou que o parque marítimo de Odaiba acolheu numerosos eventos esportivos nos últimos anos, entre eles competições de triatlo e de natação em águas abertas, durante os quais a qualidade da água cumpria os padrões sanitários das federações internacionais.

Além disso, o presidente da Comissão de Coordenação do COI voltou a fazer um apelo à organização para que reduza os custos dos JJOO, o que pode ser alcançado, na sua opinião, cortando o orçamento em setores como a Vila Olímpica ou com maiores investimentos em patrocínios.

O ajuste do orçamento "é factível" e "deveria ocorrer para rebaixar a pressão sobre os contribuintes", afirmou Coates em entrevista, ao fim da reunião de dois dias entre o COI e os organizadores de Tóquio 2020 para analisar os preparativos para os jogos.

O presidente da Comissão de Coordenação também destacou os "progressos tangíveis" nesse sentido e, em particular, a construção de infraestrutura, como o novo estádio olimpico da capital nipônica.

O último orçamento para organizar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos se situa entre 1,6 e 1,8 trilhão de ienes (US$ 15 bilhões e US$ 17 bilhões) valor ao qual o COI ainda acrescenta uma margem de US$ 1 bilhão, segundo Coates.

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Polícia Civil de Mato Grosso desarticula rede de traficantes da capital

qua, 04/10/2017 - 10:20

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou hoje (4) a Operação Campo Minado contra uma rede de traficantes de drogas em Cuiabá e Várzea Grande. Estão sendo cumpridos 42 mandados de prisão preventiva e 70 buscas e apreensão, nos bairros Pedregal, Renascer e Jardim Leblon, em Cuiabá. 

Segundo o órgão, as investigações começaram há seis meses. Após o assassinato do traficante Enatel dos Santos Albernaz, conhecido como Maninho, em novembro de 2015, várias denúncias foram feitas de que a sua mulher passou a comandar do tráfico de drogas na região. Ela foi identificada “como uma das vozes forte do grupo de criminosos, responsável por tomar decisões e articular as transações de grande quantidade de drogas, especialmente maconha, vinda da fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai”, informou a Polícia Civil, em nota.

Mais de 50 pontos de venda de drogas foram catalogados pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE). Ao logo da investigação, a DRE prendeu 11 pessoas, que também terão mandados de prisão cumpridos na Operação Campo Minado, e colaborou para a apreensão de mais de 2,5 toneladas de drogas, em Ponta Porã (MS), que seriam destinadas ao Mato Grosso. 

A Polícia Civil também identificou a participação ativa de um agente penitenciário na organização criminosa. O agente, lotado no Centro de Ressocialização do Complexo do Pomeri, foi preso na semana passada pela DRE com um quilo de maconha. Ele também terá mandado de prisão cumprido por outros fatos na operação de hoje. A ação mobilizou 350 policiais civis de Mato Grosso.

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PF combate extração ilegal de madeira nobre em Cachoeira Seca, no Pará

qua, 04/10/2017 - 09:34

A Poli cia Federal deflagrou hoje (4) a Operação Anhanga Arara para combater a extração ilegal de madeiras nobres na Terra Indígena (TI) Cachoeira Seca, no oeste do Pará, por madeireiras clandestinas. A Polícia Federal estima que os danos ambientais podem ultrapassar os R$ 547 milhões – referente exclusivamente às atividades madeireiras – e mais de R$ 322 milhões – referente aos produtos florestais extraídos ou destruídos durante a operação.

Estão sendo cumpridos dez mandados de condução coercitiva, 11 mandados de sequestro de bens e valores, seis mandados de busca e apreensa o e a suspensa o das atividades das empresas envolvidas no esquema criminoso. Aproximadamente 40 policiais federais participam da operação nas cidades paraense de Uruara , Placas, Ruro polis, Santare m, Castelo dos Sonhos, Altamira; além de Porto Unia o, em Santa Catarina; e Curitiba e Unia o da Vito ria, no Paraná

As investigac a os comec aram apo s divulgação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) de que a TI Cachoeira Seca estava sendo alvo de madeireiras clandestinas. Foi identificado, então, um grupo empresarial composto por familiares, sendo o patriarca o responsa vel pela coordenac a o da extrac a o ilegal de madeira em a reas protegidas e por escoar a madeira para empresas do grupo.

Para burlar a fiscalizac a o e dar legalidade a madeira, o grupo fraudava cre ditos florestais por meio de inserc a o de dados falsos no Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora), ale m de utilizar planos de manejo florestal falsos. A madeira era transportada entre empresas do grupo ate ser exportada por meio dos portos de Bele m e do Sul do Brasil, como os de Itajai e Paranagua . O destino da madeira eram países no continente americano (Estados Unidos, Panama , Argentina), Europa (Franc a, Reino Unido, Alemanha) e A sia (Emirados A rabes Unidos, Coreia do Sul).

O nome da operação, Anhanga Arara, significa protec a o a morada dos i ndios. Anhanga e o espi rito protetor da natureza, figura pertencente ao folclore indi gena, enquanto Arara sa o os povos indi genas que habitam a terra indígena.

A TI Cachoeira Seca foi homologada pelo governo federal em abril do ano passado e destinou a posse permanente e o usufruto exclusivo da área aos índios Arara. O território de mais 730 mil hectares está localizado ao norte de uma região conhecida como Terra do Meio e faz parte de um dos “mais importantes corredores de áreas protegidas da Amazônia”.

A demarcação de uma terra para os Arara era umas das condicionantes para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu. A etnia foi considerada grupo vulnerável pelos estudos de impacto da usina, segundo parecer técnico da Fundação Nacional do Índio (Funai).

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Esposa de autor do massacre de Las Vegas retorna para os Estados Unidos

qua, 04/10/2017 - 09:28

Marilou Danley, esposa do autor do massacre do último domingo (1º) em Las Vegas e declarada "pessoa de interesse" para a investigação, retornou, na terça-feira (3), aos Estados Unidos, vindo das Filipinas, seu país de origem e para onde tinha viajado recentemente. A informação é da Agência EFE.

A mulher de 62 anos, aterrissou durante a noite no Aeroporto Internacional de Los Angeles (Califórnia) e foi recebida por agentes do FBI, segundo informaram a emissora "CNN" e o jornal Los Angeles Times.

Marilou estava fora dos Estados Unidos quando no último domingo, seu marido, Stephen Paddock, disparou a partir do seu quarto do hotel Mandalay Bay, em Las Vegas (Nevada), contra o público que assistia ao festival de música country.

Paddock, de 64 anos, matou 59 pessoas e feriu mais de 500, no tiroteio mais letal da história moderna do país, antes de se suicidar.

Nesta terça, as autoridades declararam Danley, que vivia com Paddock, em Mesquite, cerca de 130 quilômetros do lugar do tiroteio, "pessoa de interesse" na investigação do caso.

A emissora "NBC" revelou a existência de uma transferência de US$ 100 mil feita por Paddock, na semana passada, para uma conta nas Filipinas, o país de origem de Marilou Danley e onde ela estava nos últimos dias.

"Não vamos comentar isso, por enquanto, mas vamos atualizar essa informação em breve. A investigação não acabou com a morte de Paddock", disse o xerife do condado de Las Vegas, Joe Lombardo.

Na última entrevista coletiva do dia sobre o tiroteio, o vice-prefeito do condado de Las Vegas, Kevin McMahill, reconheceu que as autoridades têm ainda "mais perguntas" que respostas sobre os motivos que levaram Stephen Paddock a realizar o massacre.

Paddock modificou até 12 rifles semiautomáticos com dispositivos nas culatras para poder abrir fogo de maneira completamente automática e disparar contra a multidão em um ritmo mais rápido.

Assim foi relatado pelo agente Jill Snyder, da Agência de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos dos Estados Unidos (ATF, sigla em inglês).

De acordo com Snyder, foram recuperadas um total de 47 armas de fogo em três localizações diferentes, o hotel Mandalay Bay e duas residências de Paddock, que foram adquiridas em quatro estados pelo atirador.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou hoje desconhecer se o autor do tiroteio tinha algum tipo de vínculo com o grupo jihadista Estado Islâmico (EI).

"Eu não tenho ideia", disse Trump aos jornalistas, a bordo do Air Force One, quando retornava de Porto Rico, ao ser questionado se acredita que o autor do massacre tinha algum vínculo com o EI.

Embora o EI tenha assumido a autoria do tiroteio, o FBI descartou, por enquanto, qualquer vínculo de Paddock com grupos terroristas estrangeiros.

Trump, que viaja nesta quarta para Las Vegas onde se reúne com as autoridades locais e parentes das vítimas do tiroteio, insistiu em retratar Paddock como alguém "doente" e "insano".

Esposa de atirador estava fora dos Estados Unidos há 15 dias

A mulher de origem filipina e nacionalidade australiana, chegou em Manila no dia 15 de setembro, em um voo da Japan Airlines, procedente de Tóquio, segundo a porta-voz do Escritório de Imigração das Filipinas, Antonette Mangrobang.

A partir de então, até o último domingo, quando Stephen Paddock foi o responsável pelo tiroteio mais letal da história moderna dos EUA, Marilou permaneceu nas Filipinas, com exceção de uma viagem curta, de ida e volta, a Hong Kong, segundo o registro de viagens divulgadas pela porta-voz de imigração.

As autoridades americanas declararam a mulher, que vivia com Paddock, em Mesquite, cerca de 130 quilômetros do lugar do tiroteio, como uma "pessoa de interesse" na investigação do caso, mesmo acreditando ser pouco provável sua participação no massacre.

A mulher partiu de Manila na noite de terça e no mesmo dia, devido ao fuso horário, chegou ao Aeroporto Internacional de Los Angeles, onde foi recebida por agentes do FBI.

As autoridades filipinas mostraram disposição em colaborar com os agentes americanos para facilitar os registros de viagem e outros dados sobre a esposa do autor do massacre.

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Catalunha poderá declarar a independência este fim de semana

qua, 04/10/2017 - 09:18

O presidente catalão, Carles Puigdemont, afirmou que poderá declarar a independência da Catalunha no fim desta semana ou no início da próxima. As declarações foram feitas à inglesa BBC, ontem (3), pouco antes de o Rei Filipe VI fazer um pronunciamento pela televisão a toda a população da Espanha, em que considera que o governo catalão agiu com “deslealdade inadmissível”.

No último domingo (1º), cerca de 2 milhões de pessoas (90%) votaram a favor da independência catalã. O governo espanhol afirma que o referendo foi ilegal e que não reconhecerá o processo.

“Vamos declarar independência 48 horas depois de contabilizados todos os resultados oficiais. Isso provavelmente estará terminado assim que tenhamos todos os votos dos estrangeiros no fim da semana, e assim agiremos provavelmente durante o fim desta semana ou no início da próxima”, afirmou Puigdemont, que fará uma declaração aos catalães hoje (4), às 21h (horário de Barcelona).

O Parlamento Europeu se reunirá na tarde de hoje com o vice-presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans, para debater sobre a Constituição, o Estado de Direito e os Direitos Fundamentais na Espanha.

O presidente catalão já declarou que espera que a União Europeia (UE) se envolva como mediadora do conflito que, para ele, não é doméstico e sim europeu. Ele disse à BBC que acha “muito decepcionante” que a UE não tenha escutado o povo catalão.

No entanto, a Comissão Europeia voltou a afirmar que a crise na Catalunha é questão interna da Espanha e, ao que parece, não tem intenção de mediar o conflito. Para Jean Claude Juncker, presidente da comissão, o referendo de domingo não é válido. No entanto, ele condenou a utilização da violência como instrumento político.

"Como disse o presidente Juncker, esse é um assunto interno da Espanha e esperamos que os intervenientes se sentem à mesa, que a situação se acalme e encontrem uma solução", concluiu o vice-presidente do executivo comunitário Jyrki Katainen.

Quando perguntado pela BBC sobre uma possível intervenção do governo central na Catalunha, Carles Puigdemont considerou que "seria outro erro, de uma série de erros” e que a cada novo acontecimento, o governo catalão ganha mais apoio social.

Discurso do rei

No pronunciamento feito ontem (3) pela televisão, o rei da Espanha, Felipe VI, afirmou que o país vive momentos muito graves para a vida democrática.

“Há muito tempo, determinadas autoridades da Catalunha, de maneira reiterada, consciente e deliberada, vêm descumprindo a Constituição e seu Estatuto de Autonomia, que é a lei que reconhece, protege e ampara as instituições históricas e o autogoverno. Com suas decisões, violaram de maneira sistemática as normas aprovadas legal e legitimamente, demostrando deslealdade inadmissível diante dos poderes do Estado”, disse Felipe VI.

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Inflação medida pela Fipe mostra desaceleração em setembro em São Paulo

qua, 04/10/2017 - 08:32

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, fechou o mês de setembro com variação de 0,02%, taxa inferior à registrada em agosto (0,10%) o que praticamente mostra relativa estabilização na média dos preços. De janeiro a setembro, o IPC teve alta de 1,09% e, nos últimos 12 meses, de 2,25%.

A desaceleração foi observada principalmente entre os grupos que mais provocam impacto sobre o orçamento doméstico, como é o caso de habitação, com alta de 0,18% ante 0,72% (em agosto), e transportes, com elevação de 0,65% ante 1,58% em agosto. Nessa mesma categoria está o grupo alimentação, com recuo de 0,81%, resultado que indica, porém, movimento de recuperação porque, em agosto, os preços desses produtos tinham caído bem mais (-1,33%) .

Além disso, em saúde, a taxa passou de 0,90% para 0,30%; em vestuário houve certa estabilidade (de -0,18% para -0,19%) e, em educação, a taxa não apresentou alteração depois de ligeiro aumento de 0,04%, em agosto.

Em despesas pessoais, o índice ganhou força, com elevação de 0,45%, revertendo o recuo de 0,52% registrado no mês anterior.

O IPC da Fipe é calculado com base na variação dos preços dos bens e serviços consumidos pela população com renda de um a dez salários mínimos.

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