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Atualizado: 24 minutos 59 segundos atrás

B3 pagará R$ 9,6 milhões para encerrar investigação na bolsa

qua, 03/10/2018 - 20:06

A B3, a bolsa de valores oficial do Brasil, pagará R$ 9,6 milhões para encerrar um inquérito administrativo no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Chamado de termo de compromisso de cessação (TCC), o acordo foi firmado hoje (3) após dois anos de investigações do órgão de defesa da concorrência.

Além de desembolsar a quantia, a B3, antiga BM&FBovespa, terá de abrir seus sistemas para outras bolsas de valores nos próximos cinco anos. Caso fosse condenada, a B3 poderia ser multada em até R$ 60 milhões.

A B3 estava sendo investigada a pedido de duas empresas, ATS Brasil e Americas Clearing System (ACS). Segundo as denunciantes, que pretendem atuar no mercado brasileiro de negociação de valores mobiliários (como ações e derivativos), a B3 estaria criando barreiras à entrada de concorrentes no mercado e impedindo o acesso a equipamentos, tecnologias e canais de distribuição.

Segundo a denúncia, a B3 cobraria preços até 22 vezes superiores à média mundial para a transferência da titularidade de papéis. Isso impede que novas empresas façam esse tipo de operação, mesmo que a bolsa de valores ofereça a possibilidade, o que diminui a concorrência. O acordo, no entanto, não determinou um limite de preços para o acesso aos sistemas da B3. Apenas especificou que os serviços sejam cobrados diretamente do setor do mercado financeiro que pedir a movimentação de ativos, não do usuário final.

Nas alegações, a B3 informou que apresentou quatro propostas comerciais à ACS, sendo a última submetida a consulta pública para assegurar condições equitativas a todos os potenciais interessados na contratação de depósitos de serviços centralizados. Todas as propostas, no entanto, foram rejeitadas. Segundo a B3, os preços foram sucessivamente reduzidos a cada proposta, e as tarifas são proporcionais ao custo dos serviços.

CMSE aprova desligamento de termelétricas fora da ordem de mérito

qua, 03/10/2018 - 19:53

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) decidiu hoje (3), em reunião extraordinária, desligar as usinas termelétricas despachadas fora da ordem de mérito a partir do próximo sábado (6). De acordo com o CMSE, o motivo são as condições hidrológicas da Região Sul e as ofertas competitivas de importação de energia da Argentina e do Uruguai.

“Considerando que as condições hidrometeorológicas da região Sul apresentaram melhoria, passando a contribuir energeticamente com os demais subsistemas do Sistema Interligado Nacional – SIN, e as ofertas competitivas de importação de energia a partir do Uruguai e da Argentina, o Comitê decidiu desligar as usinas termelétricas despachadas fora da ordem de mérito de custo, a partir da 0h do dia 6 de outubro, sem que haja comprometimento dos estoques armazenados nas cabeceiras dos rios Grande e Paranaíba”, informou em nota o comitê.

As usinas tiveram o acionamento aprovado no início de setembro fora da ordem de mérito. A decisão do CMSE foi aplicada para as usinas com Custo Variável Unitário até R$ 766,28/MWh e diz respeito a um conjunto de 14 usinas. Pesou na decisão do comitê, que é responsável por monitorar as condições de abastecimento e o atendimento ao mercado de energia elétrica do país, o baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas, principal fonte de geração de energia no país.

A ordem de despacho das usinas, feita pelo Operador Nacional do Sistema (ONS), é definida pela energia de menor custo, em geral as hidrelétricas, até as térmicas de maior custo, fora da ordem de mérito de custo econômico.

Chuvas

De acordo com o CMSE, nos próximos sete dias, haverá maior acumulação de chuvas na Região Sul, com a possibilidade de superar a média histórica nas bacias do subsistema sul e no setor que atende a usina hidrelétrica de Itaipu.

“Para a segunda semana, os modelos disponíveis divergem da previsão para o centro sul do país, indicando baixa confiabilidade dos montantes de precipitação previstos. No entanto, os mesmos sugerem continuidade de precipitação na região Sul e a ocorrência de chuva ainda de forma irregular em parte das regiões Sudeste e do Centro-Oeste”, informou o comitê.

Já nas bacias dos rios Grande, Xingu e a montante de Três Marias, no rio São Francisco, o cenário mais provável é de chuvas próximas à média. O CMSE disse que não são esperados acumulados expressivos na bacia do rio Tocantins.

Eleições e ENEM

Na reunião desta quarta-feira (3), o CMSE disse que serão adotadas medidas complementares de segurança durante as eleições de outubro e nos períodos de aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para garantir o suprimento de energia nestas datas.

“O ONS [Operador Nacional do Sistema] deverá propor medidas especiais de segurança a fim de garantir o suprimento de energia elétrica em situações decorrentes de eventos de grande relevância, durante o período de operação especial das Eleições 2018 serão adotadas medidas complementares para assegurar a operação do Sistema Interligado Nacional – SIN, com grau adicional de segurança. Da mesma forma, para o período de realização do Exame Nacional do Ensino Médio – Enem também serão adotadas medidas complementares visando um grau adicional de segurança à operação”, disse o CMSE.

Especialistas veem crise de identidade em empresas de telecomunicações

qua, 03/10/2018 - 19:37

Com a transformação digital e o surgimento de inovações no mundo online, as operadoras de telecomunicações entraram em uma “crise de identidade” e precisam se reinventar. A análise foi a principal conclusão de seminário realizado hoje (3) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) sobre o novo ecossistema digital e a sustentabilidade dos modelos de negócio de companhias do setor.

O evento buscou discutir os desafios desses mercados em um momento de mudanças econômicas e tecnológicas.

Para especialistas, empresas de telecomunicações precisam modernizar negócios - Arquivo/Agência Brasil

Até a virada dos anos 2000, as chamadas teles se dedicaram a prover serviços clássicos, como telefonia fixa, telefonia móvel, TV paga e, mais recentemente, acesso à internet. Contudo, diversos novas empresas passaram a prover serviços antes de responsabilidade dessas operadoras, como serviços de voz (Skype), mensagens (WhatsApp), músicas (Spotify) e vídeo (YouTube e Netflix). Esses serviços passaram a ser conhecidos como over-the-top (sobre a rede), ou OTTs, por operarem sobre a a infraestrutura que garante o acesso à web.

Em anos recentes, essa disputa de mercado vem motivando discussões intensas, seja dentro dos países ou na União Internacional de Telecomunicações. Operadoras tradicionais reclamam das receitas perdidas e da atuação de conglomerados como Facebook, Google e Microsoft sem investimento em redes. Já as gigantes da tecnologia rebatem argumentando que oferecem serviços atendendo à demanda de consumidores, aumentando as opções e gerando inovação.

O superintendente de Competição da Anatel, Abraão Balbino e Silva, apresentou dados registrando perda de lucratividade do setor entre 2010 e 2014. A receita média por usuário também caiu. A participação do segmento no bolo das indústrias de tecnologia da informação foi de 49%, em 2010, para 37%, em 2014. O preço das ações das teles e empresas de internet saiu de um patamar semelhante, em 2010, para uma queda nos primeiros e crescimento dos segundos.

Na opinião de Balbino, o setor não deveria ficar limitado a uma percepção de “concorrência desleal” por parte das empresas de internet, mas compreender que a transformação digital está gerando uma mudança radical no setor, o que gera crise de identidade nas firmas de telecomunicações.

“Estamos vivendo uma disrupção nos modelos de comunicação. E isso implica reorganização do ecossistema. O que antes era em camadas, e ela vai para uma coisa que não sabe para onde vai em termos de quem faz o quê. É preciso recompor a visão de estratégia”, afirmou.

Concentração

O representante da consultoria Cullen Internacional, André Moura, destacou entre as reações do setor a onda de fusões e aquisições ocorrida em diversos países. Na Argentina, no ano passado, a operadora Telecom Argentina fundiu-se à Cablevisión. Nos Estados Unidos, a gigante Verizon (telefonia e Internet) adquiriu o Yahoo (serviços online) e a AT&T (telefonia e internet) está tentando comprar o conglomerado TimeWarner (programação e produção de TV paga).

No Brasil, a Oi (telefonia e internet) e a Portugal Telecom (telefonia e internet) anunciaram fusão em 2014 e o grupo Vivo/Telefônica (telefonia e internet) comprou a empresa GVT (acesso à internet) em 2015.

O movimento de concentração seria uma reação à “crise de identidade” dos grupos econômicos do setor. “Quando você está no processo de decidir quem você é, sai tentando. As fusões e aquisições são para reagir a essa crise de sustentabilidade. Isso se mostra de maneira significativa, envolvendo valores significativos, como caso da AT&T e TimeWarner”, exemplificou.

Moura citou casos de fusão de operadoras de telecomunicações com empresas de cabo, de companhias de infraestrutura (como gestoras de torres e de redes de fibra ótica) ou até mesmo teles com produtoras de conteúdo.

Para Fred Moraes, analista do banco Bradesco, a perspectiva é que esse movimento de concentração de mercado continue no Brasil. Ele sugeriu que dos quatro grandes em atuação no país (Claro/Net, Vivo/Telefônica, TIM e Oi), a Oi tende a ter maior dificuldade e pode ser comprada nos próximos anos.

“Quando você olha para a Oi hoje, ela tem dificuldade grande de, em 2020, dar continuidade ao negócio. A cada ano que passa, a dívida está aumentando R$ 3,7 bilhões. Apesar da situação [estar] melhor que em anos anteriores, ainda é uma situação complicada”, disse Moraes.

Ibope: Bolsonaro tem 32% das intenções de voto; Haddad tem 23%

qua, 03/10/2018 - 19:29

Em nova pesquisa do Ibope Inteligência sobre a intenção de votos para a Presidência da República, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) tem 32% e Fernando Haddad (PT) soma 23%. Ciro Gomes (PDT) tem 10%, Geraldo Alckmin (PSDB), 7% e Marina Silva, 4%

De acordo com o Ibope, nos votos válidos, descontados nulos e brancos, Bolsonaro atinge 38%, Haddad, 28%; Ciro, 12%; Alckmin, 8%; e Marina, 4%. Conforme a legislação, se nenhum candidato atingir 50% mais um dos votos válidos, haverá 2º turno.

O nível de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Rejeição

A taxa de rejeição de Jair Bolsonaro é de 42% e de Fernando Haddad é de 37%.

Segundo turno

Conforme o Ibope, uma eventual disputa em 2° turno entre Fernando Haddad e Jair Bolsonaro, o petista teria 43% dos votos e Bolsonaro, 41% - resultado considerado empate técnico por causa da margem de erro da pesquisa.

O levantamento do Ibope foi realizado segunda e terça-feiras (1º e 2 de outubro) e ouviu 3.010 eleitores em 209 municípios. A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (BR-08245/2018). 

Lewandowski autoriza novamente Lula a conceder entrevistas

qua, 03/10/2018 - 19:23

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski proferiu hoje (3) nova decisão autorizando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a conceder entrevistas à imprensa dentro da cela da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba. 

A decisão do ministro atendeu a um pedido feito mais cedo pela defesa do ex-presidente. Na mesma decisão, Lewandowski entendeu que caberá ao presidente do STF, Dias Toffoli, decidir como a decisão será cumprida.

Esta é a quarta decisão conflitante sobre a questão no STF. Na semana passada, na primeira delas, Lewandowski autorizou os jornalistas Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, e Florestan Fernandes a realizarem a entrevista.

Em seguida, o ministro Luiz Fux atendeu a um pedido liminar feito pelo Partido Novo e derrubou a autorização para que o ex-presidente possa dar entrevistas. Em seguida, Lewandowski reiterou sua decisão, mas o presidente do STF, Dias Toffoli, manteve a decisão de Fux.

Desde 7 de abril, Lula cumpre pena de 12 anos e um mês de prisão, em Curitiba, imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá (SP).

Polícia federal prende uruguaio com cocaína no aeroporto de Brasília

qua, 03/10/2018 - 19:08

A Polícia Federal prendeu um uruguaio que tentava viajar para fora do país com drogas hoje (3) no aeroporto de Brasília. Ele estava com cerca de dois quilos da droga e tentava embarcar para a cidade de Málaga, na Espanha. A informação foi divulgada pela assessoria da corporação.

A cocaína foi encontrada na bagagem do uruguaio com a ajuda de cães farejadores. Segundo a PF, ele responderá por tráfico internacional de drogas. A operação foi promovida em parceria com a Receita Federal.

Rio Grande do Sul

No sábado (29/) e na segunda-feira (1º), a PF apreendeu um total de 136 quilos de cocaína em operações no Rio Grande do Sul. Na cidade de Jaguarão, os agentes prenderam quatro pessoas em flagrante com 59 quilos da droga no sábado. Dois dias depois, encontraram um veículo em que o restante da droga havia sido deixado, na cidade de Camaquã.

Santos

Na segunda-feira (1º), a Polícia Federal prendeu oito estivadores  que tentavam entrar em um terminal do porto de Santos com cerca de 30 quilos de cocaína. A avaliação era que o destino da droga era a Europa. A abordagem inicial foi feita pela guarda portuária. Em seguida, os estivadores foram presos pelos agentes da PF e levados à delegacia da instituição.

 

Justiça peruana anula indulto humanitário para ex-presidente Fujimori

qua, 03/10/2018 - 18:51

O Supremo Tribunal Federal do Peru anulou hoje (3) o indulto humanitário concedido ao ex-presidente Alberto Fujimori (1990-2000). A decisão foi anunciada pelo juiz Hugo Núñez Julca, do Tribunal de Investigação Preliminar da Suprema Corte. Fujimori deverá voltar à prisão.

O Twitter do Judiciário informou que o juiz também emitiu ordens de localização e prisão de Fujimori para que o ex-presidente volte a cumprir pena na penitenciária da Polícia Nacional de Ate, em Lima.

Em dezembro, o então presidente Pedro Pablo Kuczynski concedeu o indulto humanitário a Fujimori. Porém, o magistrado entendeu que a decisão carece de informações jurídicas.

Com o indulto, Fujimori pôde recuperar a liberdade, depois de pouco mais de 12 anos de prisão.

O ex-presidente foi condenado a 25 anos de prisão pelos massacres em La Cantuta e Barrios Altos e pelos sequestros do empresário Samuel Dyer e do jornalista Gustavo Gorriti.

*Com informações da Andina, agência pública de notícias do Peru

Mostra apresenta música e religiosidade do bloco Ilê Aiyê em São Paulo

qua, 03/10/2018 - 18:49

Na primeira vez que o bloco do Ilê Aiyê desfilou pelas ruas de Salvador, os participantes temiam que o cortejo de carnaval fosse interrompido pela repressão policial. Era época da ditadura militar e a própria existência do grupo, fundado no ano anterior, em novembro de 1974, era uma forma de protesto à prática dos blocos tradicionais de não permitirem negros nos desfiles.

“Nos anos 1970, você assumir que era de candomblé, assumir que era negro, era muito difícil”, relembra Antonio Carlos dos Santos, mais conhecido como Vovô, um dos fundadores do Ilê. O depoimento faz parte da mostra que relembra os 44 anos do bloco, chamado de “o mais belo dos belos”, aberta hoje (3) no Itaú Cultural, na Avenida Paulista, região central da capital.

Integrado apenas por negros, o bloco continuou alegrando as ruas da capital baiana e se tornou referência no resgate da memória da resistência negra. “Houve uma migração de estudantes de escola pública e privada para virem ao Curuzu [bairro popular de Salvador] saber quem eram essas personagens que a gente tanto cantava. Isso não estava na historiografia oficial, os professores não sabiam”, conta em vídeo a diretora da agremiação, Arany Santana, sobre as músicas que celebravam figuras como Dandara e Zumbi dos Palmares.

História em quatro cores

A ocupação Ilê Aiyê foi disposta no espaço cultural a partir das quatro cores do bloco. Começa pelo preto, trazendo as histórias das pessoas que construíram o grupo. Nessa parte, é possível ouvir a voz de Luedji Luna interpretando Luz cantada a capela, uma das composições do bloco. A trilha sonora é composta ainda pelo som do mar e com a menção a nomes importantes da luta antirracista. Fotos apresentam Mãe Hilda Jitolu, mãe de Vovô, ialorixá e também fundadora da agremiação, que morreu em 2009.

O vermelho vem em seguida, invocando a luminosidade do candomblé e da cultura negra. Com depoimentos dos integrantes do bloco, o visitante pode conhecer as crenças do grupo. Projeções mostram o carnaval e os tambores do Ilê. É possível ver documentos originais, croquis dos carros alegóricos e recortes de jornal repassando a trajetória do grupo.

A beleza é representada pelo amarelo. São mostrados os padrões dos tecidos que fizeram parte do figurino do Ilê em seus 44 carnavais. Também é lembrado o concurso da Noite da Beleza Negra, que todos os anos elege dentro da comunidade a Deusa do Ébano, rainha responsável por conduzir a folia.

A paz e a cura compõe o eixo branco da exposição. Aqui o visitante pode conhecer os projetos afirmativos do bloco, como a Band’Erê, destinada a formar jovens que depois farão parte dos desfiles. Há ainda os Cadernos de Educação, proposta idealizada pelo poeta e professor Jônatas Conceição e pela pesquisadora Maria de Lourdes Siqueira. A partir dessa proposta, é compartilhada com a comunidade as investigações feitas sobre o tema do ano do bloco, que também enriquece o trabalho dos compositores da agremiação.

Shows

A programação conta ainda com duas apresentações, na sexta-feira (5) e sábado (6), com 17 componentes do Ilê e Jéssica Nascimento, Deusa do Ébano deste ano. Os shows vão ocorrer no Auditório do Ibirapuera, zona sul paulistana. São convidados, os grupos paulistanos Ilú Obá De Min e Ilú Inã, além das cantoras baianas Xênia França e Luedji Luna. Os ingressos custam entre R$ 30 e R$ 15.

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