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Atualizado: 4 minutos 59 segundos atrás

Seleção feminina de futebol já está nos EUA para o Torneio das Nações

ter, 24/07/2018 - 07:41

A Seleção Brasileira Feminina de futebol estreia na próxima quinta-feira (26) contra a Austrália, no Torneio das Nações, que será disputado nos Estados Unidos de 26 de julho a 2 de agosto. O jogo será realizado no Children’s Mercy Park, em Kansas City, às 17h15 (horário de Brasília). 

As próximas partidas das brasileiras no torneio são contra o Japão, no domingo (29), no Pratt & Whitney Stadium, em East Hartford, e as americanas no dia 2 de agosto, uma quinta-feira, no Toyota Park, em Bridgeview. 

As jogadoras realizam hoje (24) o primeiro treino para enfrentar as australianas, na quinta-feira (26), em Kansas City - Direitos reservados/Fernanda Coimbra - CBF

Todas as jogadoras convocadas já estão em Kansas. Com isso, o técnico Vadão (Oswaldo Fumeiro Alvarez) terá toda a equipe à disposição para o treinamento desta terça-feira (24).

Goleiras

Aline - UDG Tenerife (Espanha)

Bárbara - Kindermann

Letícia Izidoro - Corinthians

Laterais

Poliana - Orlando Pride (EUA)

Joyce - UDG Tenerife (Espanha)

Tamires - Fortuna Hjorring (Dinamarca)

Rilany - Atlético de Madrid (Espanha)

Zagueiras

Mônica - Orlando Pride (EUA)

Tayla - Santos

Daiane - Avaldsnes (Noruega)

Kathellen - FC Girondins (França)

Meias

Thaisa - Sky Blue (EUA)

Andressinha - Portland Thorns (EUA)

Juliana - Flamengo

Camila - Orlando Pride (EUA)

Rayanne - Flamengo

Atacantes

Adriana - Corinthians

Raquel - Ferroviária

Millene - Corinthians

Thaís - Incheon Hyundai Steel Red Angels (Coreia do Sul)

Beatriz - Incheon Hyundai Steel Red Angels (Coreia do Sul)

Debinha - North Carolina Courage (EUA)

Marta - Orlando Pride (EUA)

 

*Com informações da Confederação Brasileira de Futebol

Mercosul e Colômbia assinam acordo de serviços em encontro no México

ter, 24/07/2018 - 00:35

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços do Brasil, Marcos Jorge de Lima, assinou nesta segunda-feira (23), junto com representantes dos demais membros do Mercosul, um protocolo sobre comércio de serviços entre o bloco econômico e a Colômbia. A cerimônia aconteceu na cidade de Puerto Vallarta, onde será realizada nesta terça-feira (24) a primeira cúpula entre os países da Aliança do Pacífico e do Mercosul.

O protocolo possibilita ampliar as trocas comerciais de serviços entre os países do Mercosul, incluindo o Brasil, e a Colômbia. O ministro Marcos Jorge diz que o acordo pode ter impacto em outros setores, como indústria e comércio: “Nossa preocupação é termos maior segurança jurídica para que o empresariado possa investir em outros setores que dependem de serviços”.

Também estavam na cerimônia de assinatura do acordo, os presidentes do Brasil, Michel Temer; do Uruguai, Tabaré Vázquez, que ocupa a presidência pro tempore do Mercoul; e da Colômbia, Juan Manuel Santos.

No ano passado, a corrente de comércio de bens entre o Brasil e os países da Aliança do Pacífico aumentou 21,4% em relação a 2016, de acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. O total foi de US$ 25 bilhões. O objetivo da reunião é aumentar as trocas comerciais e os fluxos de investimentos entre os países dos blocos.

Presidentes do Brasil e México discutem expansão do comércio bilateral

ter, 24/07/2018 - 00:25

O presidente Michel Temer se reuniu com o presidente do México, Enrique Peña Nieto, na cidade mexicana de Puerto Vallarta, e tratou da expansão nas relações comerciais entre os dois países. Temer saiu do encontro otimista, mas nenhum acordo a esse respeito foi firmado ainda. Temer está no México para participar da 1ª Reunião de Presidentes do Mercosul e da Aliança do Pacífico.

“As relações México-Brasil, que já são mais do que razoáveis, estão sendo intensificadas por essa conversa que estamos tendo, especificamente no tocante às relações comerciais”, disse Temer, ao sair do encontro.

Comércio México-Brasil

Dentre os assuntos abordados, está a possibilidade de o México exportar feijão para o Brasil que, por sua vez, exportaria arroz para os mexicanos. Além disso, Temer pediu para que o México aumente o limite de entrada dos frangos produzidos no Brasil. “Nós temos uma cota de frangos de 300 mil toneladas. E eu pedi que examinasse a possibilidade de aumentar essa cota, já que estamos atingindo a cota no presente momento. Então esta matéria ficou de ser examinada”.

O mandatário mexicano não assumiu nenhuma proposta com o Brasil, pois vai conversar antes com os demais integrantes do Tratado de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta, na sigla em inglês), bloco formado com Estados Unidos e Canadá. “Ele pediu que aguardássemos até agosto para que, depois das reuniões com Estados Unidos, Canadá, etc, eles possam conversar mais objetivamente com o nosso país”, explicou Temer.

Cooperação aduaneira

Temer e Peña Nieto assinaram um acordo de cooperação aduaneira entre os dois países, chamado Acordo sobre Cooperação e Assistência Administrativa Mútua em Assuntos Aduaneiros. O presidente brasileiro passou o dia no México para conversar com Peña Nieto e participar de um jantar com chefes de Estado da Aliança do Pacífico – bloco formado por Chile, Peru, Colômbia e México.

O presidente do Uruguai, atual presidente do Mercosul, também estava presente. Representantes dos dois blocos farão uma reunião nesta terça-feira (24), em evento que ocorre paralelamente à 13ª edição da Cúpula da Aliança do Pacífico.

A possibilidade de acordo entre a Aliança e o Mercosul se intensificou a partir de 2014, quando foram adotadas medidas de facilitação das trocas comerciais entre os países da região. Desde então, já foram removidas várias barreiras tarifárias e regulatórias ao comércio entre os integrantes dos blocos, além de facilitação de cooperação aduaneira e a interação de empresas, principalmente de pequeno e médio porte.

Reunião do Brics

Após as reuniões desta terça-feira, Temer deixa o México. Fará uma parada em Brasília, mas a previsão é que siga ainda no mesmo dia para Joanesburgo, na África do Sul, para o encontro do Brics, bloco formado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul.

*colaborou Paola de Orte

STJ mantém preso doleiro envolvido na Operação Câmbio, Desligo

seg, 23/07/2018 - 23:07

O vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, no exercício da presidência, negou pedido liminar que buscava a soltura do doleiro Nei Seda, preso preventivamente em maio de 2018 no curso da Operação Câmbio, Desligo. A operação é um desdobramento das operações Calicute e Eficiência e foi deflagrada com o objetivo de apurar crimes como evasão de divisas, corrupção e lavagem de recursos financeiros.

De acordo com a denúncia, oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra 62 pessoas, entre elas o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, foi organizada uma rede de doleiros com o objetivo de lavar dinheiro para diversas organizações criminosas no mercado de câmbio paralelo. Segundo o MPF, uma parte desses recursos tinha origem em propina recebida por agentes públicos.

Como forma de assegurar a aplicação da lei penal, por solicitação do Ministério Público, o juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, decretou a prisão preventiva de Nei Seda e de mais 46 investigados na operação.

A defesa do doleiro apontou que não haveria necessidade da manutenção da custódia cautelar, em virtude das condições pessoais favoráveis do denunciado, como a ausência de antecedentes criminais. No pedido, a defesa alegou também que o decreto prisional deveria ter demonstrado que outras medidas cautelares diferentes da prisão não seriam suficientes para a conveniência da instrução criminal e a execução da lei penal.

Importância

O ministro Humberto Martins disse que, ao manter a prisão preventiva, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) ressaltou que o doleiro foi apontado como peça fundamental para o cometimento dos supostos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas, operados em larga escala e por extenso período. Segundo o TRF2, as operações que envolviam o investigado teriam superado o montante de US$ 27 milhões.

O mérito do habeas corpus ainda será analisado pela Sexta Turma do STJ, sob relatoria do ministro Rogerio Schietti Cruz.

 

Registro de armas de fogo na Polícia Federal quintuplica em dez anos

seg, 23/07/2018 - 22:58

O número de registros de arma de fogo para pessoas físicas realizados pela Polícia Federal quintuplicou nos últimos dez anos. Os dados, obtidos pelo Instituto Sou da Paz por meio da Lei de Acesso a Informação, mostram que, no período de 2008 a 2017, a quantidade de armas registradas saltou de 6.260 para 33.031.

“A gente acredita que isso está bastante relacionado tanto a uma sensação de insegurança das pessoas e uma dificuldade de ver respostas efetivas do Estado, mas, principalmente, à maior difusão de um discurso um pouco fácil de que é só comprar uma arma e todos os seus problemas estarão resolvidos”, destaca a coordenadora de Projetos do Instituto Sou da Paz, Natália Pollachi.

Segundo ela, as estatísticas mostram que, em geral, as pessoas não conseguem reagir de modo a evitar o assalto ou balear o assaltante. “A tentativa de reação aumenta a gravidade do fato. O que poderia ser um roubo à mão armada pode se tornar um latrocínio”, ressalta. “A chance de a pessoa conseguir reagir armado é tão pequena que é muito mais provável que essa arma acabe sendo mal utilizada, em brigas familiares, em acidentes com crianças, em brigas de trânsito”.

No período, os dados mostram um forte aumento no número de registros principalmente a partir de 2013, quando 19.476 armas foram documentadas. Em 2014, a quantidade subiu para 24.204; em 2015, 36.303; em 2016, 32.552; e em 2017, 33.031.

“Quanto mais armas aparecem na mão dos cidadãos, ou liberando porte ou liberando compra de armas, ou qualquer outro motivo, os homicídios crescem. Não só os acidentes domésticos, os casos de morte em assalto também crescem. O bandido, quando vê um cidadão armado, ele pode desconfiar que é um policial ou pode desconfiar que vai reagir e imediatamente atirar”, destaca o coronel da reserva da Polícia Militar de São Paulo, José Vicente da Silva Filho.

 

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