Viva Maria: Socióloga defende tipificação do caso Mayara Amaral como feminicídio

09:08 Direitos Humanos, Programetes 03/08/2017 - 04h00 Brasília Embed

Apresentação Mara Régia

No momento em que o estado de Santa Catarina sedia o 13º Congresso Mundos de Mulheres, um  encontro internacional e interdisciplinar que ocorre a cada três anos, mulheres em movimento  levantam  bandeiras na defesa dos nossos direitos  no  Seminário Internacional Fazendo Gênero que,  não por acaso, também está acontecendo na capital Florianópolis.

 

De lá, Viva Maria entrevista a socióloga e especialista em feminicídio  Wania Pasinato da USP Mulher. Seja muito bem-vinda ao nosso programa!

 

Sabemos que violência de gênero é matéria-prima de seu trabalho e por isso mesmo queremos que você nos ajude a melhor entender a motivação do crime que interrompeu a vida da violonista Mayara Amaral, tão precocemente, já que ela tinha apenas 27 anos.

 

Pra quem não está a par do caso, Mayara foi assassinada na semana passada por amigos músicos, dentre eles, o próprio namorado. Seu corpo apareceu num matagal carbonizado e com várias marteladas na cabeça.

 

Para a polícia, o crime está sendo tipificado como latrocínio, porque os rapazes dividiram os pertences de Mayara: um Gol 92, um notebook, um celular e um violão. Mas a Dra Wania Pasinato, constesta! Para ela o crime tem que ser tipificado como feminicídio.

 

Viva Maria: Programete que aborda assuntos ligados aos direitos das mulheres e outros aspectos da questão de gênero. É publicado de segunda a sexta-feira. Acesse aqui as edições anteriores.