Sem acordo, estudantes do Amazonas permanecem sem aulas

02:00 Educação, Notícias 03/04/2018 - 08h34 Brasília Embed

Renata Martins

Nessa segunda-feira (2) duas assembleias deliberaram contra a proposta apresentada pelo Governo do Amazonas de aumento salarial 14,5%. Uma delas, teve a presença de educadores ligados ao Asprom-Sindical, o Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus. A outra foi realizada pelo Sinteam, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas.


De acordo com Marcos Libório, presidente do Sinteam, o resultado já era esperado. Segundo ele, além de estar abaixo do reivindicado pela categoria, 35%, a proposta não beneficiava a todos os trabalhadores em educação.


A categoria aguarda uma nova proposta do executivo estadual. Enquanto isso, permanecem em greve. Cerca de 80% das escolas da rede estadual estão sem aulas no Amazonas.


O Governo do Estado ainda não se pronunciou sobre a negativa da categoria, mas afirmou que o reajuste proposto aos servidores da educação é o maior dos últimos anos e está bem acima da inflação do período, que foi 2,95%.


Os professores reclamam da defasagem salarial em decorrência de três anos sem nenhum reajuste.


Nesta terça-feira (3), a Assembleia Legislativa do Amazonas realiza uma sessão especial para discutir a questão.


O secretário de Educação do estado, Lourenço Braga, confirmou presença. Os professores também se organizam para acompanhar a sessão.

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