Ciee defende inclusão da diversidade e do respeito no currículo escolar

02:37 Educação, Notícias 06/11/2019 - 15h43 Rio de Janeiro Embed

Raquel Júnia

Os obstáculos para que uma pessoa trans consiga um posto de trabalho formal começam ainda na escola. Diante do preconceito, muitas acabam abandonando os estudos e futuramente só conseguem trabalhos informais.

 

Além da necessidade de o espaço escolar incluir a temática da diversidade e do respeito, iniciativas como a da aprendizagem profissional, são vistas por especialistas como uma forma de garantir maior igualdade de oportunidades.

 

Luan Costa, da Gerência de Aprendizagem do Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee), destaca que tem crescido essa consciência em algumas empresas.

 

A empregabilidade de pessoas trans foi tema do Seminário Aprendizagem Profissional: Alternativas e Perspectivas para as Juventudes, realizado nesta quarta-feira pelo Ciee com a presença de especialistas, jovens aprendizes e empresas que tem políticas de diversidade.

 

Luan acrescenta que a aprendizagem ainda durante o período escolar, como prevê a Lei 10.097 de 2000, garante mais chances de uma boa colocação profissional.

 

A Lei 10.097, conhecida como Lei da Aprendizagem, prevê que jovens de 14 a 24 anos que estejam estudando ou que já tenham concluído o ensino médio podem ser contratados como aprendizes.

 

A legislação estabelece que todas as empresas que tenham até sete funcionários são obrigadas a cumprir a cota de aprendizagem que vai de 5% a 15% do efetivo de funcionários.

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