MP descarta fatos naturais como causas do rompimento de barragens

01:31 Geral, Notícias 06/11/2015 - 21h12 Brasília Embed

Lucas Pordeus Leon

O Núcleo de Combate a Crimes Ambientais do Ministério Público de Minas Gerais descarta fatos naturais como causas do rompimento das barragens no município de Mariana.

 

O Ministério Público informou que vai levar em conta várias hipóteses, mas tem algumas prioritárias. Entre elas, o descumprimento das regras de licenciamento pela Samarco – empresa responsável pela barragem.

 

Outra hipótese é a explosão de uma mina da empresa Vale próxima ao local. Também é cogitado se alguma obra feita na barragem, que estava em expansão, possa ter provocado a tragédia. O promotor Carlos Eduardo Ferreira Pinto criticou a política ambiental de licenciamento dessas barragens.

 

O prazo para entregar o relatório com as causas do incidente é de 30 dias. O rompimento de duas barragens da mineradora Samarco atingiu populações do Município de Mariana, em Minas Gerais. Centenas de pessoas ficaram desabrigadas.


A água com lama e rejeitos sólidos usados no processo de mineração atingiu pelo menos 5 distritos de Mariana. A empresa Samarco ainda não sabe o motivo do rompimento, mas informou que todos os procedimentos de segurança estavam sendo cumpridos.

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