Viva Maria: Campanha da Rede Primeira Infância pede que candidatos priorizem as crianças

08:39 Geral, Programetes 12/10/2018 - 04h44 Brasília Embed

Apresentação Mara Régia

Dia 12 de outubro. Uma data duplamente especial! Para os católicos é dia de sair em romaria para comemorar o feriado da Padroeira do Brasil. Para as pessoas de 18 a 80 anos que, em essência, se mantêm conectadas ao universo infantil, hoje é a chance de voltar a ser criança. Se bem que, atualmente, frente os rigores do tempo e da vida, não está nada fácil ser criança em nosso país.

 

O mapa da violência contra nossas meninas e meninos não deixa dúvidas. Ser criança no Brasil é muito arriscado. No pódio do desrespeito aos direitos mais elementares, nosso país ocupa sempre as primeiras posições. E nunca é demais lembrar que quem comete violência contra crianças e adolescentes somos nós adultos.

 

Pior, não conseguimos sequer cobrar políticas públicas que façam valer os direitos da infância e juventude. Não por acaso, a Rede Nacional Primeira Infância escreveu uma carta compromisso aos candidatos à Presidência e governos estaduais nas eleições gerais deste ano para que a primeira infância figure como prioridade número 1 na plataforma política de todas as candidaturas ,A começar pelo direito à creche, que tem que ser respeitado.

 

Por amor às crianças não podemos fraquejar diante de situações de violência doméstica, por exemplo, que causam sérios danos ao desenvolvimento das crianças, principalmente na primeira infância, porque é nesses primeiros seis anos que a personalidade delas se forma.

 

Não importa se no campo ou na cidade, meninas e meninos têm direito a um ambiente saudável! Livre das ameaças on-line ou qualquer forma de preconceito e discriminação e da violência sexual.

 

Priorizar políticas públicas que deem um basta aos maus-tratos, castigos físicos e psicológicos é tarefa de governo. Por isso, assine com seu voto a carta-compromisso da RNPI.

 

 

 

Viva Maria: Programete que aborda assuntos ligados aos direitos das mulheres e outros aspectos da questão de gênero. É publicado de segunda a sexta-feira. Acesse aqui as edições anteriores.

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