Defensoria quer explicação sobre suspensão do serviço de radioterapia na rede pública de Tocantins

02:32 Geral, Notícias 13/12/2018 - 15h00 Brasília Embed

Michele Moreira

Denúncias sobre a possível suspensão do serviço de radioterapia na rede pública de Saúde do Tocantins levaram a Defensoria Pública a pedir informações à Secretaria estadual de Saúde.


 
O ofício faz vários questionamentos ao governo; entre eles quais hospitais públicos estão realizando tratamentos de radioterapia, se existe convênio com o Centro Oncológico de Palmas, qual o prazo de vigência, se estão realizando atendimentos com pacientes do SUS e quantas pessoas estão na fila na espera por atendimento.


 
De acordo com a defensoria pública, a documentação foi protocolada na última segunda-feira, dia 10, e o governo tem 10 dias para responder.


 
Também foi enviado ofício ao Centro Oncológico de Palmas. Entre os pontos, a instituição foi questionada sobre possível suspensão de serviço, se existem faturas em atraso – e neste caso, a relação do que precisa ser quitado. Também a partir do dia 10, a instituição tem 15 dias para fornecer as respostas.


 
Segundo a Defensoria Pública, a informação repassada é de que a suspensão do serviço se deu por falta de pagamento de cerca de sete meses.

 

A média de espera para o agendamento de consultas é de aproximadamente três meses; apesar de a lei estabelecer um prazo de até 60 dias contados a partir da data em que foi firmado o diagnóstico em laudo para que pessoas com câncer iniciem o tratamento pelo SUS.


 
Por nota, a secretaria estadual de Saúde informou que os atendimentos em radioterapia em Palmas que são prestados pela empresa Clínica Médica Oncológica Irradiar já foram retomados nesta quinta-feira (13)e os pacientes já foram agendados para realizar o tratamento de forma regular.


 
Sobre os serviços de radioterapia em Imperatriz, o governo alega que continuam funcionando normalmente. Existe ainda uma previsão de atendimento em Araguaína. A equipe já foi treinada, o equipamento instalado e depende apenas da liberação junto à Comissão Nacional de Energia Nuclear.

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