Vale está proibida de lançar rejeitos que comprometam Mina de Brucutu, em Minas

01:30 Geral, Notícias 05/02/2019 - 10h01 Brasília Embed

Jéssica Gonçalves

A Justiça de Minas Gerais determinou nessa terça-feira (5) que a Vale não lance mais rejeitos ou pratique qualquer atividade potencialmente capaz de aumentar os riscos das barragens que compõem a Mina de Brucutu, na cidade mineira de São Gonçalo do Rio Abaixo.


São elas: Laranjeiras, Menezes II, Capitão do Mato, Dique B, Taquaras, Forquilha I, Forquilha II e Forquilha III.

 

Em nota, a Vale informou que três dessas barragens operavam no método à montante e já foram desativadas. Afirmou, ainda, que as demais estruturas são convencionais e servem apenas para conter sedimentos e não para disposição de rejeitos.


A empresa também declarou que todas as barragens estão devidamente licenciadas e possuem atestados de estabilidade e, por isso, não existe fundamento técnico ou avaliação de risco que justifique a decisão da Vigésima 22ª Vara Cívil de Belo Horizonte.


Ainda de acordo com a nota, o impacto estimado da paralisação temporária da barragem de Laranjeiras, na mina de Brucutu, é de aproximadamente 30 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.


A Vale informou que adotar as medidas judiciais cabíveis quanto à decisão da justiça e disse que está adotando todas as medidas emergenciais necessárias para auxiliar as vítimas e minimizar os impactos decorrentes do rompimento da Barragem I da Mina do Córrego de Feijão, em Brumadinho.

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