Diagnóstico precoce ajuda a evitar contaminação de bebês pela toxoplasmose em Rondônia

02:26 Geral, Notícias 20/04/2019 - 11h15 Brasília Embed

Renata Martins

Este ano, Rondônia já registrou 107 casos de gestantes diagnosticadas com toxoplasmose.

 

O número é mais da metade dos casos registrados em todo o ano passado.

 

No entanto, em 2019, não houve nenhum caso de toxoplasmose congênita, a que passa da mãe para o bebê. Ano passado foram 46 registros desse caso.

 

De acordo com Valmira Souza, coordenadora de Vigilância de Toxoplasmose Gestacional e Congênita, os números revelam que a Secretaria Estadual de Saúde está conseguindo identificar e tratar a gestante.

 

Segundo Valmira, o tratamento adequando reduz o risco da transmissão vertical.

 

A médica Antonieta Machado, infectologista na capital Porto Velho, explica que, na fase adulta, na maioria das vezes, a toxoplasmose não apresenta sintomas.

 

No caso das gestantes, a doença não tem impacto para a mãe, mas traz consequências sérias para o bebê.

 

A toxoplamose é uma infecção causada por um protozoário encontrado nas fezes de gatos e outros felinos, que pode se hospedar em humanos e outros animais.

 

Para a infectologista, o principal que é a gestante faça o pré-natal.

 

O teste para doença está na lista de exames pedidos pelos médicos inclusive na rede pública.

 

Por isso, a prevenção consiste em lavar bem os alimentos, evitar comidas cruas e carnes mal passadas.

 

A gestante também deve evitar atividades com terra e o contato com fezes de animais.

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