Na Copa América, Argentina se redime depois de fraca atuação no Mundial de 2018

04:11 Geral, Notícias 07/07/2019 - 23h01 São Paulo Embed

Lincoln Chaves

Orgulho e inconformismo. É com essa mistura de sentimentos que a Argentina se despediu da Copa América. Orgulho porque a seleção foi capaz de se colocar na briga pelo título, mesmo com o time renovado com relação à Copa do Mundo.

 

A campanha deixa comissão técnica e atletas com sensações distintas: orgulho pela evolução de um elenco reformulado em relação à última Copa do Mundo - apenas 9 dos 23 convocados estiveram na Rússia. E revoltada com a arbitragem dos dois últimos jogos - em especial o penúltimo, contra o Brasil, em que os argentinos reclamam de dois pênaltis não marcados.

 

Um dos símbolos dessa renovação é Lionel Scaloni. Auxiliar de Jorge Sampaoli na Copa de 2018, ele está em seu primeiro trabalho como técnico. E, ao contrário do antecessor, tem apoio dos jogadores - entre eles Lionel Messi, que já defendeu publicamente sua permanência. O contrato de Scaloni vence em 30 de dezembro.

 

Por falar em Messi, o craque foi protagonista das reclamações contra a arbitragem da Copa América e a Conmebol - chegando até a falar em "armação". A entidade, em nota, emitiu nota qualificando as acusações como "infundadas e inaceitáveis". Ainda que sem a contundência do camisa 10, a opinião é compartilhada pelos companheiros de seleção.

 

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