Eleita uma das mais influentes do mundo, brasileira diz que vale a pena investir em ciência

04:01 Pesquisa e Inovação, Entrevistas 25/04/2017 - 13h02 Recife Embed

Sumaia Villela, da Agência Brasil

A epidemiologista brasileira Celina Turchi foi citada, na semana passada, pela revista norte-americana Time como uma das pessoas mais influentes do mundo. Amanhã (26), em Nova York, será a celebração da revista, que elegeu 100 pessoas, entre artistas, políticos, cientistas e formadores de opinião.

 

Foi Celina quem descobriu a relação entre a microcefalia e as infecções por vírus zika. A pesquisadora atua no Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães, unidade da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) em Pernambuco, onde coordena o grupo chamado Merg (sigla em inglês para Grupo de Pesquisa de Epidemia de Microcefalia).

 

Em 2016, a pesquisadora já havia entrado na lista dos dez cientistas mundialmente mais influentes, feita pela revista Nature.

 

Nesta entrevista, Celina Turchi pondera que essas menções ajudam a reforçar a importância da captação de recursos para a realização de pesquisas que deem respostas a ameaças, tais como a epidemia do vírus zika. E fala também do desafio de conciliar a atividade de pesquisadora com o papel de mãe.

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