Candidatos colocam suas propostas em evento no Distrito Federal

03:51 Política, Notícias 15/08/2018 - 11h31 Brasília Embed

Ana Luisa Praser

Cinco candidatos à presidência participaram, nessa terça-feira (14), de um diálogo promovido pela União das Entidades do Comércio e Serviços. O primeiro a falar foi o senador pelo Paraná, Álvaro Dias, do Podemos.


Ele pretende melhorar as contas públicas com um corte linear de 10% nos gastos, na maioria das áreas do governo federal, com exceção da saúde, educação e investimentos.


O candidato também prometeu fazer uma reforma constitucional para mudar o atual modelo político e administrativo do Estado.


O segundo a falar foi o candidato do PDT, Ciro Gomes. O ex-ministro da Integração Nacional se comprometeu a criar um programa para retomar o consumo e aquecer a economia.


O plano de governo prevê também uma reforma urbana para criar habitações nos centros das grandes cidades.


Henrique Meireles, candidato do MDB, apostou na experiência econômica para defender suas propostas e destacou que tem a credibilidade necessária para fazer o investimento privado crescer.


O ex-ministro da Fazenda defende a mesma reforma da previdenciária que está parada no Congresso.


Durante a segunda parte do diálogo entre os presidenciáveis, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, candidato pelo PT a vice na chapa do ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva defendeu a necessidade de ampliar a oferta de crédito com juros reduzidos e realizar a reforma bancária.


Haddad, que representou o candidato Lula, preso desde abril em Curitiba, também comentou os cortes de gastos na área de pesquisa e tecnologia brasileira e disse ser impossível retomar o crescimento do país sem investimento nessas áreas.


Geraldo Alckmin foi o último a falar. Se eleito, ele pretende promover as reformas de ordem tributária, eleitoral e previdenciária para retomar o crescimento do país.


Outra prioridade do plano de governo é amenizar a crise carcerária e dar fluidez às investigações.


Alckmin também destacou que pretende eliminar o déficit primário do governo em até dois anos de mandato. Atualmente, o déficit caminha para o sexto ano de acúmulo da dívida.Candida

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