Saiba o que propõem os governadores da Amazônia Legal que tomaram posse nessa terça

04:32 Política, Notícias 02/01/2019 - 11h42 Brasília Embed

Juliana Cézar Nunes

O último governador a tomar posse na região da Amazônia Legal foi Gladson Cameli, do PP, eleito ainda no primeiro turno para governar o Acre. Ele teve 53% de votos no estado, que durante 20 anos foi governado pelo PT.


Tião Viana, que deixa o cargo, não fez a passagem de faixa. Em nota, ele desejou sucesso e sorte a Cameli, mas disse que seu mandato terminou às 23h59 do dia 31 de dezembro.

 

Em Roraima, Antonio Denarium, do PSL, assumiu o governo. O empresário já estava há um mês a frente da gestão estadual como interventor federal. Ele defende o controle rigoroso da fronteira do estado em razão do fluxo migratório de venezuelanos. Durante a cerimônia de posse, Denarium recebeu a faixa de governador do general Eduardo Pazuello e uma bíblia do pastor Isamar Ramalho. O governador quer sanar a dívida pública estadual de mais de R$ 6 bilhões e garantir autonomia energética para o estado.

 

No Amazonas, tomou posse Wilson Lima, do PSC. O apresentador de televisão substitui Amazonino Mendes, do PDT. Em seu discurso de posse, Lima afirmou que a administração estadual vai seguir três eixos: gestão eficiente e responsável; desenvolvimento empreendedor e sustentável; e qualidade de vida. O governador do Amazonas também anunciou que não haverá fotos suas nas repartições públicas.

 

No Mato Grosso, o novo governador é Mauro Mendes, do Democratas, que foi prefeito de Cuiabá entre 2013 e 2017. O engenheiro assumiu com críticas ao governo anterior pelo que ele chamou de descontrole nas despesas. Mendes se comprometeu a reequilibrar as contas do estado, pagar dívidas comservidores e fornecedores e melhorar os serviços públicos.

 

No Maranhão, o governo reeleito Flávio Dino, do PCdoB, tomou posse reafirmando o compromisso com os direitos humanos e anunciando novos projetos sociais. Ele quer promover um pacto estadual pela aprendizagem e estabelecer parceria com o governo federal para a construção de creches.

 

No Tocantins, tomou posse Mauro Carlesse, do PHS. Ele chegou a exercer mandato tampão depois da saída do então governador Marcelo Miranda, que teve o mandato cassado em abril. Carlesse assumiu o governo prometendo reduzir gastos, aperfeiçoar a gestão e aumentar a arrecadação de receitas, sem aumentar os impostos.

 

No Amapá, Waldez Goés, do PDT, assumiu o cargo em uma cerimônia que começou por volta de meia-noite e meia dessa terça-feira (1º). Durante a posse, ele fez um balanço da última gestão e falou sobre a expectativa em relação ao diálogo com o governo do presidente Jair Bolsonaro.

 

No Pará, Helder Barbalho, do MDB, também foi empossado neste primeiro de janeiro e prometeu mudanças profundas em seu governo, principalmente nas áreas essenciais como educação.

 

O novo governador de Rondônia, Coronel Marcos Rocha, do PSL, reforçou, em seu discurso de posse, o compromisso de redução da máquina pública.

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