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Tênis de mesa paralímpico brasileiro encaminha cinco vagas em Tóquio

04:03 Esporte, Notícias 13/06/2020 - 10h02 Rio de Janeiro Embed

Lincoln Chaves

No tênis de mesa paralímpico, os atletas são divididos em 10 categorias físico-motoras: 1 a 5 para cadeirantes, 6 a 10 para andantes - quanto maior o número da categoria, menor é o grau da deficiência.

 

Prata na Paralimpíada do Rio de Janeiro e sexto do ranking mundial da classe 7, Israel Stroh sabia que dificilmente a vaga para Tóquio escaparia. Bastaria seguir no top-10 até 31 de março, quando a lista dos atletas com classificação direta para os Jogos seria definida.

 

O adiamento da Paralimpíada para o ano que vem devido à pandemia do novo coronavírus postergou qualquer definição. Mas, isso só até a noite de terça-feira (9), quando saiu a nova divulgação dos critérios de classificação - entre eles, a vaga direta aos sete melhores da classe 7 pelo ranking. Por esses critérios, Israel está dentro.

 

Além dele, mais quatro brasileiros também celebram a classificação encaminhada à Tóquio, que ainda precisará ser oficializada em uma lista a ser divulgada no próximo dia 30 de junho. Welder Knaf, responsável pela primeira medalha do país na modalidade - prata nas duplas masculinas, com Luiz Algacir, em 2008 - está a caminho da quarta Paralimpíada da carreira por ser o nono do mundo na classe 3. Na categoria dele, os 10 primeiros têm vaga assegurada nos Jogos.

 

Outro critério dá vaga aos melhores jogadores de cada continente. Por ele, três brasileiras estão habilitadas à competir no Japão. Na classe 10, é o caso de Bruna Alexandre, medalhista de bronze individual e por equipes nos Jogos do Rio. Na classe 2, a vice-campeã mundial Cátia Oliveira é a número 1 das Américas.

 

Já Lethícia Lacerda é a principal do continente americano na classe 8. A jovem de só 17 anos, e que disputou o primeiro campeonato internacional há apenas três, é filha de Jane Karla Gögel, bicampeã parapan-americana no tênis de mesa e, atualmente, principal nome do tiro com arco paralímpico do país.

 

Se a essas cinco vagas falta a divulgação oficial, outras cinco já foram garantidas ano passado por medalhistas de ouro nos Jogos Parapan-Americanos de Lima: Joyce Oliveira, Paulo Salmin, Luiz Manara, Danielle Rauen e Carlos Carbinatti. O número de brasileiros em Tóquio pode aumentar após uma seletiva internacional, que seria disputada neste ano, mas foi cancelada devido à pandemia e deverá ser remarcada para 2021.

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