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Adotar um animal de estimação na quarentena é um ato de amor, mas que requer responsabilidade

02:38 Geral, Notícias 08/04/2020 - 09h05 Brasília Embed

Dayana Vítor

Ter um animalzinho para fazer companhia nos longos dias de quarentena da pandemia da Covid-19 pode ser uma boa para afastar a solidão. Mas, ao comprar ou adotar um desses seres encantadores é preciso lembrar que eles exigem atenção. 

 

Precisam de cuidados veterinários, amor, comida, sair para passear. Essas responsabilidades serão por muito tempo, por que os bichinhos, como cães e gatos, podem viver até 16 anos. Aí, não dá para desistir de criá-los logo após a pandemia do coronavírus, quando a vida voltar ao normal.

 

Além de não ser uma atitude legal, isso é crime de abandono. Quem prática qualquer tipo de maus tratos contra animais pode pegar de três meses a um ano de prisão e ainda ter que pagar multa.

 

No Distrito Federal, existe a Polícia Militar Ambiental, que trata justamente de crimes contra os bichos.

 

O coordenador do batalhão, Major Souza Júnior, explica que uma pessoa pode ser presa se praticar alguma conduta que fira um dos cinco direitos dos animais­

 

Portanto, antes de preencher a carência temporária provocada pela quarentena, é importante saber que os animais criam vínculos afetivos com os donos, como lembra a presidente da Confederação Brasileira de Proteção Animal, Carolina Mourão.

 

Mas mesmo se depois de saber que não é possível desistir do bichinho você ainda quiser um companheiro, os protetores aconselham que a melhor opção é adotar.

 

No abrigo Flora e Fauna do Distrito Federal, existem mais de mil animais para adoção.

 

É que o número de animais que eles acolhem é maior do que os adotados, como explica a voluntária da instituição, Adra Gabriela.

 

Já existem quase 140 milhões de animais de estimação no Brasil, a maioria cães e gatos, seguidos por répteis e pequenos mamíferos, segundo projeções da ONG Instituto Pet Brasil, que utiliza dados do IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

 

Desse total, quatro milhões vivem nas ruas ou em instituições de acolhimento.

 

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